Agora uma pequena pausa para escrever a tese de doutorado. Antes, muitos agradecimentos pelo último show que rolou em Ipanema. Aí em cima a bela matéria em video feito pelo pessoal da 14 Produções. Abaixo as matérias escritas pelo portal da 14 e pelo Jornal do Brasil, igualmente belas. Obrigado a todos. Cacaso chama.
E a cerejinha do bolo tá rolando desde ontem nas bancas. A Veja Rio me deu um crédito de 20 anos e de quebra posei ao lado do Frejat. Escaneei (mal) as três imagens e mandei lá pro Flickr, mas pra ver é só clicar aqui.
Foi justamente em Tiradentes – há uns 7 ou 8 anos atrás – que caiu-me uma maçã na minha extensa fronte e disse eureka comigo mesmo: Por que não cantar? Faço orgulhoso o mancebo que era, voltando a Tiradentes para apresentar as canções deste meu primeiro disco. Quem estiver no Festival Gastronômico desta pérola barroca mineira, precisamente no Largo das Forras às 19hs do sábado dia 20 de agosto e também às 11hs da manhã do domingo dia 21 de agosto, invariavelmente me verá no palco.
Se você, assim como nós, gosta muito desse clipe, então ajude-nos a ganhar o Concurso Caixa de Clipes. Estamos concorrendo com várias outras bandas e cantores da América Latina na categoria de “Artista Intermediário”, ou seja, aquele que só tem um disco lançado. Os 10 mais votados vão para a grande final.
Clique aqui nessa caixinha e curta, tuíta, vote, compartilhe, bota um aviso no elevador, conta pra todo mundo:
O que vale é a soma de “curtir” + “tuítes” + “votos”, as três modalidades tem o mesmo peso. Lembrando que só vale curtir e tuitar dentro do link, se curtir ou tuitar nesse post não vai fazer efeito, ok?
Se ganharmos o concurso, prometemos fazer (com o dinheiro do prêmio) mais um clipe tão bonito quanto este e uma tiragem especial do disco em vinil!
Obrigado,
Mariano Marovatto (o cantor) e Pedro Freire (o diretor)
Essa semana que passou gastei o verbo pra falar d’Aquele amor nem me fale. Domingo foi no Geleia Moderna, ao vivo na Roquette-Pinto aqui do Rio, comandado pelo fabuloso Jorge Lz. Terça fui apresentado formalmente e finalmente a Belo Horizonte no programa Viamundo, da Radio Inconfidência, sob a batuta de Daniella Zupo e Flávio Henrique. O bis-bônus vai rolar no domingo dia 3 de abril na Cultura Brasil de São Paulo, sob a regência de Solano Ribeiro. Oiça-me:
Hoje é domingo de sol, 32 graus, no Rio de Janeiro. Disse pra todo mundo que ia pra praia e fiquei em casa. Aproveitando a tarde pra subir as fotos que o Thales, o homem dos véus, fez do show na quarta-feira e escrever esse post. O show deu finalmente a sensação de recompensa tão esperada depois de 3 anos gravando o disco, parando, retomando, pensando no conceito, nos percalços, no que se transformou e, depois de pronto, como seria o show em relação ao disco, o repertório, etc e etc. Depois de quarta-feira, missão cumprida e, agora, muita coisa por fazer.
Pensando agora de novo no disco, ele é um reflexo da música carioca, não um apanhado, muito menos uma homenagem. Um reflexo da música da zona sul somado ao flerte com a música de Salvador (Sobre essa relação Rio – Salvador tem bastante no post sobre o livro do Fred e na resposta incrível no blog dele). Outro dia li que Villa-Lobos escutou Debussy pela primeira vez numa vitrola em Salvador: o marco zero de tudo isso.
Quanto ao show, mais uma vez agradeço ao Alessandro Boschini pela luz, Henrique Vilhena pelo som, Ana Melo e Raíssa Colela pelo belíssimo cenário, Bernardo, Paulo e Thiago pela Bolacha e ao Aguinaldo e a todo mundo do Sérgio Porto, teatro tão importante pra mim quanto o Tablado.
Convido todo mundo pra ver as fotos incríveis do Thales, clicando aqui.
Sobre o show do Chico: o produtor musical Luiz Cláudio Ramos é igual ao Andy Warhol, mas só fisicamente, infelIzmente.09:20:22 PM fevereiro 05, 2012from Echofon