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	<title>marovatto.org &#187; Falando em qualquer coisa</title>
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		<title>A cena</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Apr 2011 22:02:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariano Marovatto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Falando em qualquer coisa]]></category>
		<category><![CDATA[Teoricamente falando]]></category>

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		<description><![CDATA[Fiquei muito feliz em aparecer 3&#215;4 na primeira página do Segundo Caderno do Globo junto com tantos amigos e pessoas incríveis que tanto admiro. A discussão levantada pelo Luiz Fernando Vianna é totalmente relevante, dada a profusão de cantores, cantoras, bandas e compositores extremamente talentosos surgidos nos últimos cinco-dez anos que representam – e representarão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fiquei muito feliz em aparecer 3&#215;4 na primeira página do Segundo Caderno do Globo junto com tantos amigos e pessoas incríveis que tanto admiro. A discussão levantada pelo Luiz Fernando Vianna é totalmente relevante, dada a profusão de cantores, cantoras, bandas e compositores extremamente talentosos surgidos nos últimos cinco-dez anos que representam – e representarão para as futuras gerações – a música brasileira do início do século XXI.<br />
Acontece que, ao abrir a segunda folha do caderno, me deparei com as minhas declarações. Jesus, Mariano, que mau humor é esse? “Aqui acabou a música em processo”?! Meu filho, o que é “música em processo”? Mal lançou um disco e já está cantando de galo? Muitas coisas podem ter acabado no Rio de Janeiro, mas música (e em processo) temos de sobra. Logicamente, é uma missão complicada para o jornalista sintetizar um papo que rendeu dois telefonemas, mais de meia hora de conversa, num pequeno parágrafo. Acredito que o Luiz Fernando tenha conversado o mesmo tanto de tempo com os outros entrevistados da matéria e, se colocasse na íntegra o que cada uma falou, num mundo ideal (na internet?), o Segundo Caderno inteiro estaria tomado pela discussão.<br />
O problema é que me senti um tanto bipolar e xenófobo da minha própria cidade perante a minha taquigrafada declaração, que não condiz com o meu trabalho na música. Lê-se aí meu disco, em que participam 32 músicos da cena carioca – a maioria deles presente na matéria –,e o “Segue o Som”, programa de TV onde todos os artistas retratados na primeira página (e também os citados ao longo do texto), sem exceção, foram entrevistados ou devidamente apresentados por mim e pelo Maurício. Concordo 100% com o Romulo Fróes, que disse que “a cena atual é uma das melhores da história da música brasileira”. E acho a mesmíssima coisa da cena da poesia atual. E não me engano. Sejam nos bons e nos maus talentos. A música evidentemente não acabou, ao contrário, ela está só começando pra mim e pra toda essa geração. Mas, estruturalmente, estamos longe do environment ideal necessário para bem nutrir todos esses talentos. </p>
<p>Falta de tudo na música do Rio? Sobra talento: Do Amor, Tono, Rabotinik, Letuce, Jonas, Qinho, Os Outros, Mario Maria, Rafael Cosme, André Carvalho, Silvia, Dimitri, pra falar dos mais próximos de mim nesse momento. Só com esses nomes temos um festival muito mais edificante do que o Rock In Rio 4. Sem falar nos mestres Domenico, Moreno, Kassin, Pedro, Rubinho, Löis, Hermanos e a Orquestra, norteadores da música carioca da década que acabou de passar. O que entristece é o potencial desperdiçado que o Rio de Janeiro tem de acolher bem as suas próprias novidades. O Do Amor, por exemplo, tocou em quase todos os estados do Brasil nos últimos dois anos, participou de todos os festivais relevantes e, como disse o Luiz, faz quatro shows no Rio por ano.<br />
Citando novamente o Romulo Fróes, “o Brasil não expande, vai ficando cada vez mais em São Paulo”. Em matéria de infra-estrutura, São Paulo é incontestável e imbatível. Mesmo com seus problemas. E, naturalmente, quando há um mínimo de infra, é gerada uma reflexão, um pensamento organizado sobre o que está acontecendo. E isso não é novo por lá vai fazer 100 anos. Vide a Semana de 22, o projeto Concretista, o pensamento musical de Tatit e Wisnik e os argumentos pertinentes do Romulo. A praia carioca é a sua potência, sim. Mas não basta a aparência, a paisagem, o Corcovado, o filme da ararinha azul em 3D, as Olimpíadas e a Copa do Mundo. Não adianta construir uma utopia que, como já disse Caetano, a gente sabe que vai virar (e já é) ruína.<br />
Fico feliz em ver, por exemplo, um festival de pequeno porte como o Festival Mundo em João Pessoa, onde há uma pequena e suficiente estrutura para receber e pagar os artistas e onde aparece um público interessado (e interessante). O Rio de Janeiro poderia fazer 10 festivais como esse por ano, movimentando os novos artistas, angariando público, gerando discussão e até lucro. Mas é mais rentável produzir um mega festival com um patrocínio milionário que, com certa razão, prefere ter sua marca associada a grandes nomes da música já estourados no mercado.<br />
O Rio era o berço das grandes gravadoras e por isso havia um modus operandi musical muito bem resolvido por aqui nos anos 80 e 90. Acabaram-se as grandes gravadoras, é preciso agora botar a mão na massa e a cabecinha pra funcionar. Existem mil maneiras de movimentar dinheiro no novo mundo da música. Cada dia surge uma nova ideia na internet. É preciso potencializar toda essa vitrine que o Rio de Janeiro é em pensamento cultural produtivo. Exemplos de empreendedores musicais, selos e sites cariocas não faltam. A cada programa do “Segue o Som” a gente apresenta alguém ou alguma proposta nova que esteja rolando. Talvez o primeiro passo seja simplesmente virar os holofotes para a cena do Rio e ouvir o que ela tem a dizer. Não é?</p>
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		<title>Allons enfants de la Patrie!</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Apr 2011 02:21:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariano Marovatto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Falando em qualquer coisa]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de Debussy, Satie, Fauré, Ravel, Gainsbourg e Claude Joseph Rouget de Lisle &#8211;  o cabra que compôs a Marselhesa -, a França, essa pátria tão cara a todos nós e a muita gente, me vem com essa maravilha da canção do século XXI:

François, como bom francês, é bonito, charmoso, talentoso, vaidoso, culto e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de Debussy, Satie, Fauré, Ravel, Gainsbourg e Claude Joseph Rouget de Lisle &#8211;  o cabra que compôs a Marselhesa -, a França, essa pátria tão cara a todos nós e a muita gente, me vem com essa maravilha da canção do século XXI:</p>
<p><iframe title="YouTube video player" width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/8oEYnF_JaKg" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>François, como bom francês, é bonito, charmoso, talentoso, vaidoso, culto e invejado. Vai no site dele: <a href="http://www.kidfrancois.com/">www.kidfrancois.com</a></p>
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		<title>Aquele amor nem me escute</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Mar 2011 05:28:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariano Marovatto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquele amor nem me fale]]></category>
		<category><![CDATA[Falando em qualquer coisa]]></category>
		<category><![CDATA[Teoricamente falando]]></category>

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Essa semana que passou gastei o verbo pra falar d&#8217;Aquele amor nem me fale. Domingo foi no Geleia Moderna, ao vivo na Roquette-Pinto aqui do Rio, comandado pelo fabuloso Jorge Lz. Terça fui apresentado formalmente e finalmente a Belo Horizonte no programa Viamundo, da Radio Inconfidência, sob a batuta de Daniella Zupo e Flávio Henrique. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.marovatto.org/wp-content/uploads/2011/03/197151_1605784304596_1235800522_31235780_3848247_n-510x382.jpg" alt="197151_1605784304596_1235800522_31235780_3848247_n" title="197151_1605784304596_1235800522_31235780_3848247_n" width="510" height="382" class="alignnone size-medium wp-image-451" /></p>
<p>Essa semana que passou gastei o verbo pra falar d&#8217;Aquele amor nem me fale. Domingo foi no Geleia Moderna, ao vivo na Roquette-Pinto aqui do Rio, comandado pelo fabuloso Jorge Lz. Terça fui apresentado formalmente e finalmente a Belo Horizonte no programa Viamundo, da Radio Inconfidência, sob a batuta de Daniella Zupo e Flávio Henrique. O bis-bônus vai rolar no domingo dia 3 de abril na Cultura Brasil de São Paulo, sob a regência de Solano Ribeiro. Oiça-me:</p>
<p><a href="http://geleiamoderna.podomatic.com/player/web/2011-03-20T08_42_26-07_00">Geleia Moderna</a>, 20 de março<br />
<a href="http://www.inconfidencia.com.br/modules/debaser/singlefile.php?id=1676">Viamundo</a>, 22 de março<br />
<a href="http://www.culturabrasil.com.br/solano-ribeiro-e-a-nova-musica-do-brasil.pod">Nova Música do Brasil</a>, só dia 3 de abril</p>
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		<title>Broadcast</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Jan 2011 04:19:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariano Marovatto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Falando em qualquer coisa]]></category>
		<category><![CDATA[Manchete de hoje]]></category>

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		<description><![CDATA[
Talvez em 98 ou 99, numa noite dessas na casa do Jonas, ele tenha me mostrado &#8220;Booklovers&#8221; do Broadcast pela primeira vez. &#8220;Cara escuta esse Cardigans muito louco&#8221;. Na época Nina Persson, Björk, Miho &#38; Yuka e Beth Gibbons eram nossas vozes femininas preferidas (nota: nenhuma delas americana ou brasileira). E veio aquele tecladinho bom, nervoso e colorido introduzindo aquela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/6VtDDXA8DZ4" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/6VtDDXA8DZ4"></embed></object></p>
<p>Talvez em 98 ou 99, numa noite dessas na casa do Jonas, ele tenha me mostrado &#8220;Booklovers&#8221; do Broadcast pela primeira vez. &#8220;Cara escuta esse Cardigans muito louco&#8221;. Na época Nina Persson, Björk, Miho &amp; Yuka e Beth Gibbons eram nossas vozes femininas preferidas (nota: nenhuma delas americana ou brasileira). E veio aquele tecladinho bom, nervoso e colorido introduzindo aquela marcha-rancho gaélica melancólica bandeira branca amor britânica. Conseguimos baixar mais uma ou duas músicas deles no Audio Galaxy e nada mais foi perguntado ou respondido. Em 2001 quando fui pra Lisboa pela primeira vez, comprei o Work and Non Work na FNAC do Bairro Alto. O resto do ano seguiu com Broadcast como trilha sonora oficial, junto com o Vespertine, lançamento daquela moça islandesa. As outras músicas do Work and Non Work &#8211; que na verdade é uma compilação de singles &#8211; são todas deliciosamente desconfortáveis: &#8220;Message From Home&#8221;, coisa indecisa neurótica; &#8220;We&#8217;ve Got Time&#8221;, música para casais atrapalhados; &#8220;Living Room&#8221;, finalmente uma atitude&#8230; errada; &#8220;According to No Plan&#8221;, planície para respirar do sem-jeitismo, &#8220;The World Backwards&#8221;, perseguição em alta velocidade. Um disco de amor sem controle e ao mesmo tempo doce, por causa da Trish Keenan.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/CSYl_neDLIQ" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/CSYl_neDLIQ"></embed></object> </p>
<p>Com os anos fui sacando os outros discos que são igualmente impecáveis. Mas que não me suscitariam tantas imagens quanto Work and Non Work (que na verdade é bom por não ser impecável). Sim, existe oTender Buttons. Mas Tender Buttons é um disco, conceitualmente feito como tal, onde o amor não está perdido fazendo bobagens alegres como no Non Work.  É um disco cabeçudo, tipo a Gertrude Stein que inspirou o título. Começa com aquele teclado (de &#8220;I Found the F&#8221;) descendo descendo e repetindo com a Trish blablando coisas soturnas e infantilóides de uma forma adulta de dar medo.  A faixa título tem aquele violão de nylon incrível e irrepetível dentro da música britânica e &#8221;America&#8217;s Boy&#8221; é pra moça branquela fazer amor. </p>
<p>Com a morte da Trish Keenan, sexta-feira passada por causa de uma pneumonia decorrente da gripe suína(!!!!), vai acontecer aquilo tudo que a gente já sabe com quem morre tão indie e tão cedo assim: relançamentos, bocado de gente pagando pau (tipo eu), documentários, a importância até então invisível do Broadcast para a nova cena musical, a revelação da personalidade instigante da cantora. Tomara que tudo muito produtivo pro futuro. E viva Broadcast.</p>
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		<title>Caution slippery floor</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Jan 2011 17:57:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariano Marovatto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
 
Caros clientes, estamos sofrendo uma pequena reforma devido a construção de alguns puxadinhos aqui no .org. Dentro de algumas horas voltaremos a programação normal. Os transtornos passam, mas os benifícios ficam. Obrigado, a gerência.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-345" title="Worker_Building_Wall_For_House" src="http://www.marovatto.org/wp-content/uploads/2011/01/Worker_Building_Wall_For_House.png" alt="Worker_Building_Wall_For_House" width="300" height="300" /></p>
<p> </p>
<p>Caros clientes, estamos sofrendo uma pequena reforma devido a construção de alguns puxadinhos aqui no .org. Dentro de algumas horas voltaremos a programação normal. Os transtornos passam, mas os benifícios ficam. Obrigado, a gerência.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O que aprendi em 2010</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Dec 2010 03:53:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariano Marovatto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Antes que esse ano vá simbora (levando uma década inteira com ele), gostaria de repassar para vocês, asseados frequentadores deste .org, alguns ensinamentos que me foram transmitidos por MMX himself que cuidadosamente velei no meu altarzinho, parafraseando Paulão. Clica, fazendo o favor:
Aprendi a ler
Roxy Carmichael Nunca Voltou, graças a Ana Guadalupe
Automatografo, graças ao Victor Heringer
Aprendi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes que esse ano vá simbora (levando uma década inteira com ele), gostaria de repassar para vocês, asseados frequentadores deste .org, alguns ensinamentos que me foram transmitidos por MMX himself que cuidadosamente velei no meu altarzinho, parafraseando <a href="http://didimocolizemos.wordpress.com/">Paulão</a>. Clica, fazendo o favor:</p>
<p>Aprendi a ler<br />
<a href="http://welcomehomeroxy.blogspot.com/">Roxy Carmichael Nunca Voltou</a>, graças a Ana Guadalupe<br />
<a href="http://www.automatografo.org/">Automatografo</a>, graças ao Victor Heringer</p>
<p>Aprendi a escutar<br />
<a href="http://www.mariomaria.net/">Mariomaria</a>, graças ao Mário Cascardo</p>
<p>Aprendi a ver<br />
<a href="http://lauralannes.wordpress.com/">Laura Lannes</a>, graças a ela própria</p>
<p>Foi assim. Nos vemos ano que vem. Bastante.</p>
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		<title>Estou aqui, agora!</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Nov 2010 23:09:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariano Marovatto</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-301" title="cariri" src="http://www.marovatto.org/wp-content/uploads/2010/11/cariri-231x509.png" alt="cariri" width="231" height="509" /></p>
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		<title>Está acontecendo agora</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Nov 2010 23:07:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariano Marovatto</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-298" title="cartazfestmundo10" src="http://www.marovatto.org/wp-content/uploads/2010/11/cartazfestmundo10-357x510.jpg" alt="cartazfestmundo10" width="357" height="510" /></p>
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		<title>I am here</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Sep 2010 07:39:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariano Marovatto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Falando em qualquer coisa]]></category>
		<category><![CDATA[Maravilha Contemporânea]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de meses parado, este site – e você virtual leitor – merecem um esclarecimento. Muita coisa aconteceu desde os shows das filipetas abaixo: a Mariana não é mais baixista da banda (foi fazer turnê na Tanzânia com a Cláudia Leitte), o Cinemathèque fechou dias depois da apresentação com os Garotas Suecas (não por culpa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de meses parado, este site – e você virtual leitor – merecem um esclarecimento. Muita coisa aconteceu desde os shows das filipetas abaixo: a Mariana não é mais baixista da banda (foi fazer turnê na Tanzânia com a Cláudia Leitte), o Cinemathèque fechou dias depois da apresentação com os Garotas Suecas (não por culpa nossa) e o disco, depois de muito bater porta por aí finalmente encontrou seu merecido e aquecido lar: o Bolacha Discos. Aquele amor nem me fale estará muito bem acompanhado no catálogo bolachante ao lado de Letuce, Os Outros, Rabotnik e Qinho, amigos queridos parceiros nessa vida musical carioca. Agora, mais do que nunca, falta muito pouco para o lançamento. Na prática pormenores burocráticos em relação a edição musical das canções do disco. O projeto gráfico do Philippe Leon está 87% pronto também. Junto com essas novidades virá a nossa paginação do marovatto.org, vídeo-clipe dirigido pelo amado amigo academy award nominee Pedro Freire e novos shows com nova formação da Maravilha Contemporânea. Parece que agora, depois de três anos de gestação, o moleque vai nascer. Felicidade iminente, expectativa impaciente. Com o desafogo de tanto tempo de espera, outros maravilhosos projetos musicais ganham a frente para logo serem concretizados. Em muito breve mais novidades por aqui.</p>
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		<title>Crianças Insuportáveis, volume 2</title>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 15:29:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariano Marovatto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Falando em qualquer coisa]]></category>
		<category><![CDATA[Poema]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.marovatto.org/wp-content/uploads/2010/05/criancas-insuportaveis-21-349x510.jpg" alt="criancas-insuportaveis-2" title="criancas-insuportaveis-2" width="349" height="510" class="aligncenter size-medium wp-image-273" /></p>
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