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		<title>Show!</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Jun 2010 20:40:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariano Marovatto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquele amor nem me fale]]></category>
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		<title>Show!</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 20:37:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariano Marovatto</dc:creator>
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		<title>Orelha do Andityas</title>
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		<pubDate>Fri, 28 May 2010 18:42:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariano Marovatto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Teoricamente falando]]></category>

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		<description><![CDATA[Acaba de sair pela 7Letras, Auroras Consurgem, de Andityas Soares de Moura. Descobri o Andityas por causa da minha dissertação de mestrado e de tanto lê-lo, vejam só, acabei fazendo a orelha do Auroras, que além de ser o mais novo é o mais legal dos livros dele, na minha parcial e humilde opinião. E [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acaba de sair pela 7Letras, Auroras Consurgem, de Andityas Soares de Moura. Descobri o Andityas por causa da minha dissertação de mestrado e de tanto lê-lo, vejam só, acabei fazendo a orelha do Auroras, que além de ser o mais novo é o mais legal dos livros dele, na minha parcial e humilde opinião. E prestenção: em julho ele será uma criança insuportável! Mas por enquanto, leia a orelha abaixo e compre o livro <a href="http://www.7letras.com.br/detalhe_livro/?id=858">aqui</a>!</p>
<p>As auroras de Andityas consurgem para libertar aquilo que Nietzsche – outro interlocutor de auroras – chamou de “educação clássica”. Tanto o poeta mineiro como o filósofo alemão foram treinados nas virtudes antigas, e ambos foram impelidos, ao longo de suas carreiras, a livrar-se de tal estigma. Andityas assume em Auroras Consurgem seu papel de “vilão da vila” (em “Crepúsculo”), de “traidor do Messias” (“D’o Evangelho de Judas”). Logo ele, que cultivou e conheceu por si e só, neste século XXI, todos os poetas latinos, os trovadores provençais e a gramática galega, como nenhum outro poeta da novíssima geração. Toda esta educação, muito bem executada nos seus livros anteriores Lentus in umbra (2001), OS enCANTOS (2003)  e FOMEFORTE (2005), agora dá lugar a “Língua de fogo do não”, título do poema-manifesto, espécie de “Procura da poesia” de Drummond, às avessas:</p>
<p>“O poema não produz dividendos. Não distribui lucros. Não faz dormir melhor. O poema não sorri nas campanhas eleitorais. / O poema não gosta de telenovela e nem está preocupado em como estacionar no shopping-center (&#8230;) Infame ter de se concentrar para sentir o pejo de um mundo sem poesia”. </p>
<p>Uma overdose necessária de ceticismo, Auroras é um desconforto na mesa de jantar do paideuma do próprio Andityas. Em “Poema para ser lido na ceia de natal”, T.S. Eliot é cutucado com vara curta logo no primeiro verso: “dezembro é o mais cruel dos meses”. Em “Lembranças de um poeta argentino”, afirma sobre a cidade em ruínas que não quer “ser Jorge Luis Borges” para poder dizer palavras “limpas e claras”. Andityas está de elogios a seus mestres. Enfrenta, discute, não consente. Está farto do comedimento, tem o ímpeto de Zaratustra, puxa o tapete vermelho da poesia intemporal, e por isso mesmo, mostra aqui seus melhores versos, na manhã dessa nova década de poesia.</p>
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		<title>Crianças Insuportáveis, volume 2</title>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 15:29:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariano Marovatto</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.marovatto.org/wp-content/uploads/2010/05/criancas-insuportaveis-21-349x510.jpg" alt="criancas-insuportaveis-2" title="criancas-insuportaveis-2" width="349" height="510" class="aligncenter size-medium wp-image-273" /></p>
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		<title>Sobre o show, por Ismar Tirelli Neto</title>
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		<pubDate>Tue, 18 May 2010 04:18:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariano Marovatto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquele amor nem me fale]]></category>
		<category><![CDATA[Falando em qualquer coisa]]></category>
		<category><![CDATA[Maravilha Contemporânea]]></category>

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		<description><![CDATA[Bom, de todos os resgates possíveis, vai o Marovatto e opta justo pelo gracioso: penso eu, semanas depois, tentando refazer o gig no Espaço Multifoco; o entusiasmo dos amigos, a leveza repassando, qualquer coisa de ondeante na voz das meninas (que saudade), esteando o booming tenor Marováttico, que arrebenta por sobre. Como se sabe, ele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, de todos os resgates possíveis, vai o Marovatto e opta justo pelo gracioso: penso eu, semanas depois, tentando refazer o gig no Espaço Multifoco; o entusiasmo dos amigos, a leveza repassando, qualquer coisa de ondeante na voz das meninas (que saudade), esteando o booming tenor Marováttico, que arrebenta por sobre. Como se sabe, ele mora a quinze chineladas da praia. E essa proximidade estava bem lá, naquela noite, na Lapa. Também na sutilíssima malha das cordas, a mestria e suavidade do baixo, e por cima o teclado operando nostalgia frente aos olhos de todos; de todos os resgates possíveis, vai o Marovatto e escolhe as tardes de sol brando, os passeios pela Orla, o manejo da palavra mínima que tanto remete à bossa nova. Sim, estamos no território do amor, do sorriso, da (pequena) flor – estamos no domínio daquela mesma elegância des-esforçada, que faz o instrumental mais intricado parecer inevitável, necessário mesmo ao andamento da coisa, algo que somente se atualiza e pronto, existe, como se já existisse desde sempre. Porque já não é mais uma questão de mostrar serviço, certo, malta? É outra coisa – é produzir beleza – uma oferta “simples”, mas que nos escapa um pouco em termos geracionais. O manejo da palavra mínima é também o manejo da palavra exata, cinzelada. Os instrumentos se bicam o tempo inteiro, procurando brechas onde soar um no caminho do outro, justamente para criar essa ausência de complicação. Você leva o seu bem para passear na orla e (espero) não pensa em como se conjugaram os elementos da paisagem. Não, ela está lá. Paisando. Inteira como as canções. </p>
<p>É preciso fazer por onde e aproveitar.</p>
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		<title>Crianças Insuportáveis, volume 1</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 03:03:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariano Marovatto</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.marovatto.org/wp-content/uploads/2010/04/criancas-insuportaveis-349x510.jpg" alt="criancas-insuportaveis" title="criancas-insuportaveis" width="349" height="510" class="aligncenter size-medium wp-image-266" /></p>
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		<title>Se você disser que eu desafino, amor</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 06:56:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariano Marovatto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Download]]></category>
		<category><![CDATA[Maravilha Contemporânea]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro bootleg a gente nunca esquece. E não é que tem um meu, dando sopa no rapidshare pra quem quiser? Na íntegra, disponível pra download, o show da Maravilha Contemporânea gravado no Oi Novo Som em outubro do ano passado. Aproveitando a deixa, nossa magnífica equipe fez a capa e a contracapa para que esta bela pirataria não passasse assim tão desapercebida. </p>
<p><img src="http://www.marovatto.org/wp-content/uploads/2010/04/ao-vivo-no-oi-novo-som-capa-510x510.jpg" alt="ao-vivo-no-oi-novo-som-capa" title="ao-vivo-no-oi-novo-som-capa" width="510" height="510" class="aligncenter size-medium wp-image-254" /></p>
<p>O set list, que conta com covers de Paul McCartney e Wando, é assim:</p>
<p>1. intro / botões<br />
2. entrevista #1<br />
3. apenas um<br />
4. entrevista #2<br />
5. teu<br />
6. let me roll it<br />
7. entrevista #3<br />
8. tanto<br />
9. acho que não<br />
10. entrevista #4<br />
11. pequena flor<br />
12. entrevista #5<br />
13. tenha um bom dia<br />
14. eu acho que eu estou perdendo você<br />
15. entrevista #6<br />
16. volta por cima</p>
<p><a href="http://rapidshare.com/files/376761444/Oi_Novo_Som__14_10_09_.zip.html">Clique aqui para o download completo do show em mp3s, com capa e contracapa</a> (87207 KB).</p>
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		<title>Dê jota!</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 17:51:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariano Marovatto</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.marovatto.org/wp-content/uploads/2010/04/DISPAME11-750x316.jpg" alt="DISPAME1" title="DISPAME1" width="750" height="316" class="aligncenter size-large wp-image-251" /></p>
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		<title>Show!</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Apr 2010 04:09:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariano Marovatto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Maravilha Contemporânea]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.marovatto.org/wp-content/uploads/2010/04/Pitada_abril_2010_Multifoco.jpg" alt="Pitada_abril_2010_Multifoco" title="Pitada_abril_2010_Multifoco" class="aligncenter size-full wp-image-240" /></p>
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		<title>Release in English</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 00:57:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariano Marovatto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Maravilha Contemporânea]]></category>
		<category><![CDATA[Teoricamente falando]]></category>

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		<description><![CDATA[“Where and how Bossa Nova began is a relatively unimportant thing” said Down Beat magazine in 1962. It was expected that the North-American Jazzophile public at the end of the 1950’s would be startled with this new Brazilian rhythm. The curious and unpredictable thing to understand is, even today in the home of this rhythm, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Where and how Bossa Nova began is a relatively unimportant thing” said Down Beat magazine in 1962. It was expected that the North-American Jazzophile public at the end of the 1950’s would be startled with this new Brazilian rhythm. The curious and unpredictable thing to understand is, even today in the home of this rhythm, how and why does Bossa Nova remain without a definitive answer? More than forty years later Mariano Marovatto underlines such irrelevances with his first album. Aquele Amor nem me fale (Lets not talk about that love) is a Bossa Nova record after all.</p>
<p>However, the enigma of sitting down on a stool with a guitar in hand so many years after so many things &#8211; the advent of Tropicalia, The Beatles, Punk, The 1980’s, Grunge, the Manguebit movement from Recife in the 1990’s, the Internet &#8211; and having been immersed in all of these fronts is what defines the true style of Mariano. Unsurprisingly then, each arrangement of each song on the Album was conceived and implemented by one or more musicians and was recorded with the musical styles and influences and accents of each of the invited guests.</p>
<p>And there were many. No fewer that 31 high calibre musicians participated in the execution and conception of the album. A line-up that probably doesn’t leave out any band from Rio de Janeiro. Besides Jonas Sá – co-producer with Mariano himself. Moreno Veloso, David Moraes, Pedro Sá, Ricardo Dias Gomes and Marcelo Callado participated. Three members from Caetano Veloso’s Banda Cê are included. Gustavo Benjão, Gabriel Bubu along with Marcos Thanus, the bassist from Los Hermanos join in. Bruno Medina also from Los Hermanos along with Vitor Paiva, Botika, Papel, Fabiano Ribeiro, Qinho, Alice Sant&#8217;Anna, Mariana Albuquerque, Antonia Adnet, Bernardo Palmeira, Daniel Macacchero, Rafael Cosme and Löis Lancaster – the leader of Zumbi do Mato – have participated.  Rodrigo Bartolo and Leo Monteiro from the duo Duplexx and Mauricio Pacheco – Producer and former band member of Mulheres que dizem sim and F.Ur.T.O. – are amongst many others. Together he formed his own personal “Clube da Esquina” or music club. </p>
<p>Mariano, besides writing and presenting the music program Segue o Som (Follow the Sound) for TV Brazil, holds a Bachelor degree in Brazilian literature from PUC University, Rio de Janeiro. He wrote his masters thesis about new Brazilian poetry and he is currently writing his doctorate thesis about poetry. He has also released two books First flight (7Letras, 2006) and Amoramérica (7Letras, 2008) along with the poets collective Os Sete Novos (The New Seven) which he forms with the great-grandchildren of the poet Alphonsus de Guimaraes. He is also a researcher and is responsible for organising the poetry collections of the poet and lyricist Cacaso at the Casa de Rui Barbosa foundation.</p>
<p>No wonder then that Aquele Amor nem me fale is a title taken word for word from a poem by Oswald de Andrade. The modernist and cannibalistic reference is justified in the nine tracks included on the album such as the cool Hawaiian version of Não tem lua, a 1992 hit by the band Asa de Águia.  Teu, composed with partner Jonas Sá is a delicate vocal duet with Mariano and Jonas in a hybrid Bossa Nova style which reminds us, in the best possible sense, of the band Paralamas do Sucesso. One of the highlights of the album is the unexpected version of Não é por não falar by Titãs which is in the style of samba de roda. On Tanto the sunny atmosphere confirms Mariano’s pop vein – as if Herbert Vianna was suffering a psychedelic hangover and abandoning the reggae-rock for the nylon-strings of Bossa Nova. The simple Pra ela confirms this delirious Bossa-nova-pop and psychedelic-cool as Marovatto’s well chosen path.</p>
<p>In order to translate live the 9 tracks included on the album which are performed by 31 different musicians (and some other songs not included on the album) Mariano formed the Maravilha Contemporânea (“The Contemporary Wonder”), his favoured band that includes Fabiano Ribeiro on drums, Daniel Macacchero on guitar, Mariana Albuquerque on vocals and bass and the poet Alice Sant’Anna on background vocals and keyboards. The album will be released in 2010 with a series of live performances which will crown his welcome to the Rio de Janeiro music scene that increasingly renews and transforms itself in amalgam from a plurality of influences just like the songs on Aquele Amor nem me fale.</p>
<p>Bossa nova was already not the same in 1962 when Down Beat refused to diagnose the origin of the sound. Now is the moment of truth: the chance for Bossa Nova to return and to be new once again and to be even more undecipherable and free with all the joy of  time and space.</p>
<p>Vitor Paiva, translated by Kevin Lynch </p>
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