28 de setembro de 2009
E saiu finalmente meu pequeno artigo sobre poesia contemporânea na Cadernos de Não-Ficção da belíssima Não Editora. Agradecimentos ao Antônio Xerxenesky e ao Diego Grando pelo chamado.
Eu estou na página 47 da versão folheável online. Mas você pode baixar a revista em .pdf e ler no conforto do seu lar.
Confesso que já reescrevi esse artigo algumas vezes desde a entrega da prova final pro Antônio. Um dia posto aqui uma versão finalíssima. São meus últimos escritos sobre poesia contemporânea antes de me afundar no Cacaso e no Leminski pro doutorado. Mais tarde faço um post pro download da minha dissertação de mestrado que fala mais com menos jeito sobre esse mesmo assunto.
18 de setembro de 2009

E quem não for hoje na Travessa de Ipanema vai no mínimo apanhar segunda-feira na hora do recreio. Bruna Beber vai lançar seu Balé na pista e prometeu que hoje todo mundo vai lamber o chão e rolar no lixo. Ou seja, pura poesia. Eu, Amaury Jr., feliz portador do exemplar número zero da Filha Sem Fim dos Demonho Disco Dance, primeiro livro da Bruninha, estarei lá e bailando.
1 de setembro de 2009
Quase seis horas da manhã lá fora chove
Cassavetes talvez traga os pôneis
e a ovelha para dentro desta casa
que não possui um gato que se preze
vai entrar pela porta com sobrancelhas de coringa
olhos faiscantes chapéu Ana C. e bafo de martini
dirá que somos uma família unida feliz que o amor é um eterno-fluxo
você deve estar agora suada na Itália
pensando passeatas na França
escrevendo cartões postais para avós
que na verdade sempre dizem outra coisa
25 de agosto de 2009
O aro rompido da bike, minimalismo
dervixe riponga do posto 9
lembrança daquele tempo em que era
o sufi pateta de Ipanema.
Terry Riley no auge da
gamemania (99 vidas em
Altered Beast) diria que peixe
não pulula, que marulho é o caralho
O sol sim é bom pra danar
trocando o dia de trabalho pelo suor na praia e
lá vem Mainardi pedalando na mão contrária de novo.
21 de agosto de 2009
Enquanto seu lobo não vem – aquele amor nem me fale – a bit of música eletrônica.
The Sound Club é de 1996-1998, quando eu tinha entre 15 e 17 anos, feito num programinha de arquivos .mod chamado… Sound Club!
Criado por uns estonianos 15 anos atrás, o programa era uma espécie de protools pós-guerra fria, e o mais legal: feito pra DOS. Fiz umas 150 trilhas usando os samples dos .mods e ia salvando tudo como arquivo de backup que só podiam ser lidos pelo próprio Sound Club (já que a versão que eu tinha era shareware e o bicho custava 49 dólares).
Depois desses 13 anos guardados em dois disquetes na gaveta, resolvi escutar de novo o que eu fazia e, modéstia à parte, que gênio da música eletrônica, hein!
Selecionei 26 dessas 150 e tals e Estevão Casé, o homem por trás do Rabotinik, masterizou tudinho. Ficou uma beleza.
Para nossa felicidade o disquinho está disponível DE GRÁTIS aqui no meu próprio sítio.
A capa e o encarte são por conta do Phil, autor desse site e de muitas outras coisas boas da vida.
21 de junho de 2009
A cerveja é no Twitter (mas ainda tá quente)
os salgadinhos tão no Flickr.
A pista é ali nos 90’s
mas tem gente no myspace também
os amiguinhos chegaram já, tão nos sete novos
e o dono da casa sou eu, prazer.