
Hoje é domingo de sol, 32 graus, no Rio de Janeiro. Disse pra todo mundo que ia pra praia e fiquei em casa. Aproveitando a tarde pra subir as fotos que o Thales, o homem dos véus, fez do show na quarta-feira e escrever esse post. O show deu finalmente a sensação de recompensa tão esperada depois de 3 anos gravando o disco, parando, retomando, pensando no conceito, nos percalços, no que se transformou e, depois de pronto, como seria o show em relação ao disco, o repertório, etc e etc. Depois de quarta-feira, missão cumprida e, agora, muita coisa por fazer.
Pensando agora de novo no disco, ele é um reflexo da música carioca, não um apanhado, muito menos uma homenagem. Um reflexo da música da zona sul somado ao flerte com a música de Salvador (Sobre essa relação Rio – Salvador tem bastante no post sobre o livro do Fred e na resposta incrível no blog dele). Outro dia li que Villa-Lobos escutou Debussy pela primeira vez numa vitrola em Salvador: o marco zero de tudo isso.
Quanto ao show, mais uma vez agradeço ao Alessandro Boschini pela luz, Henrique Vilhena pelo som, Ana Melo e Raíssa Colela pelo belíssimo cenário, Bernardo, Paulo e Thiago pela Bolacha e ao Aguinaldo e a todo mundo do Sérgio Porto, teatro tão importante pra mim quanto o Tablado.
Convido todo mundo pra ver as fotos incríveis do Thales, clicando aqui.















